Então o amor é isso, é perdoar o que não tem perdão, e não guardar rancor. É cuidar, dar carinho, proteger, mimar, mas também saber a hora de dizer não. É brigar, aconselhar, discordar. Mas é também respeitar, saber a hora de calar. Então o amor é assim, complexo, difícil de entender, e de explicar.
E eu vou guardar tuas manias e teus erros, teus trejeitos e as covinhas ao rir.
Se a gente não tem intimidade, por favor, não encosta em mim. Não me chama de amiga. Nem de querida. Nem de amor. Nem de nada que uma pessoa que não tem a menor intimidade com a outra chamaria.
Eu tenho medo de acreditar em você, de te desejar tanto, tanto, e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração e que ele ainda pode amar muito alguém. Não, eu digo a mim mesma, eu não vou me apaixonar e nem desejar saber tudo ao seu respeito, querer conhecer sua mãe e ser apresentada aos seus amigos. Você não sabe, mas quando eu chego em casa eu repasso cada palavra que você disse, cada gesto que você fez, cada beijo seu e me pergunto se vale mesmo a pena. E, o pior, é que vale.
Não estou a procura de um amasso na sexta-feira a noite. Procuro um amor para a semana toda. A vida inteira.
Eu tô te esperando vê se não vai demorar.
Coloca teu melhor sorriso, veste tua maior carência, e vem!
Reciclar, remar, amar e por fim morrer na praia, porque no fundo sabemos que não vale a pena nadar por algumas pessoas.
E amigo é isso: aquele que a presença conforta sem precisar de muito gesto ou dramatização.
Um riso atrás do outro, é
assim que a vida tem que ser.